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O Instituto, de Stephen King [Resenha]

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Mais um livro de Stephen King finalizado com muito orgulho, e diferente das duas últimas leituras do autor, que não supriram muito bem minhas expectativas, esta foi um tanto surpreendente, acho que posso dizer assim. Por isso resolvi criar essa resenha de O Instituto. 

Não vou mentir e dizer que foi uma leitura frenética, demorei muito pra finalizar, tanto por questões pessoais (a faculdade, para ser mais especifica) quanto pelo ritmo da própria história mesmo. As primeiras 200 páginas foram bastante arrastadas, não exatamente de um jeito ruim, mas não era nada daquela leitura fluída e rápida.

Depois desse ponto as coisas ficaram mais interessantes, o ritmo oscilava um pouco, em alguns momentos frenético e depois diminuía a frequência de novo e foi indo assim por praticamente todo desenvolvimento da história até o final.

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A Sinopse de O Instituto, de Stephen King

A Sinopse de O Instituto, de Stephen King

Começamos nossa resenha de O Instituto contando a história do menino Luke Ellis, uma criança prodígio que aos 12 anos já está fazendo aplicações para a faculdade e, de alguma forma, também tem algumas habilidades peculiares que seus pais o aconselham a ignorar e esconder (essas habilidades serão centrais em toda a obra). 

Tudo cai por terra quando em uma noite Luke é sequestrado e seus pais são mortos pelos sequestradores e, quando acorda, Like está num lugar idêntico ao seu quarto, mas não é seu quarto. Ele está no Instituto, uma organização secreta que sequestra crianças com dons telecinéticos e telepáticos e as usa, extraindo toda a força de seus poderes paranormais, para controlar acontecimentos pelo mundo. 

Luke e seus novos amigos estão na Parte da Frente, mas aos poucos, crianças começam a desaparecer para o que eles chamam de Parte de Trás e, à medida que mais e mais crianças são levadas, Luke começa a se desesperar por uma saída, o problema é: ninguém nunca conseguiu fugir do Instituto. Até hoje.

Minhas Percepções sobre O Instituto

É importante ressaltar nessa resenha de O Instituto as minhas principais percepções sobre a obra. Eu estava realmente em dúvida sobre que nota dar quando terminei, porque achei a explicação final interessante, mas nada além disso. Não esperava algo mais genioso, porque realmente nem sabia o que esperar, mas eu gostaria de ter tido mais profundidade nisso. Terminei a história com gostinho de “quero mais”, o que para mim não foi de todo negativo nesse caso, mas eu queria saber mais sobre a tal organização misteriosa, entender mais os propósitos, os meios… e só por isso esse foi um 4 e não um 5 estrelas.

Finalizei a leitura com sentimentos confusos, pensando no início muito lento e no fim que me deixou esperando por mais, mas o que me pegou mesmo foi o meio, a história ficou dias perambulando na minha cabeça, e está até hoje. As crianças peculiares que ali estão são cativantes e suas histórias nos geram empatia, e até o tal Instituto parece por vezes um personagem por si só (e tá aí mais um exemplo de algo que o King faz com excelência, transformar os locais de suas histórias em personagens dela). Não deixei de pensar neles por um minuto depois que fechei o livro. 

A história me pegou, porque surtiu em mim o que eu gosto de chamar de “efeito King” (que foi o que me aconteceu na leitura de Salem e dos contos de Escuridão Total Sem Estrelas) onde eu me perdi nas imagens que o autor descrevia, eu as criei na minha mente, entrei tanto de cabeça que foi como se eu tivesse assistido um filme e isso, para mim, é tudo que um livro pode oferecer de melhor. Eu passei toda a leitura imaginando como seria se criassem uma série desse livro, imaginava até o trailer e o elenco, eu fiquei com vontade de ver isso, ver o que eu estava lendo.

Além desse fato, os personagens, até mesmo os ruins como a sra. Sigsby e a enfermeira sinistra Gladys, também se prenderam a minha mente, era quase como se eu estivesse lá convivendo com todos eles também, o grupo de crianças é cativante, passa uma leve energia do “losers club” em It, especialmente a amizade de Luke e Avery que é tocante.

Conclusão da Resenha de O Instituto

Concluo essa resenha de O Instituo ressaltando que essa foi uma leitura de certa forma emblemática com o começo lento, mas que valeu a pena a insistência, porque até hoje eu trago eles na minha mente, tenho o gostinho da história e das emoções que vivi guardadinhas numa parte de mim…

É uma leitura que eu recomendo sim, mas com ressalvas, não é uma boa para começar King e também não é um boa se você não está na vibe ou não é o tipo de leitor que curte esse tipo de história bem longa, o famoso calhamaço, que tem que ir se construindo aos pouquinhos. Mas se você é um “topa tudo” tipo eu e gosta muito do King e de suas obras, então vai com tudo, porque uma experiência maravilhosa te aguarda.

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