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Os Sete Reinos – Ordem dos Livros de uma das melhores fantasias épicas

Vamos combinar uma coisa: histórias épicas são o fraco de muita gente, porém quando adicionamos elementos de uma ficção fantástica, como magia, artefatos mágicos, feiticeiros e romance, tudo fica ainda melhor. É claro que isso é uma questão de opinião, mas se você está buscando pelos livros da série Os Sete Reinos, provavelmente, também deve gostar, por isso, neste artigo vamos te apresentar cada um dos volumes em ordem.

Antes de você decidir se vai ler ou não a saga, deixa eu fazer uma pequena resenha sobre cada narrativa e, então, você tira suas conclusões se vale a pena ou não.

Em minha opinião, Cinda Williams, autora da saga, criou um universo maravilhoso através de uma trama em que podemos acompanhar dois protagonistas bem carismáticos. Sabe aqueles tipos de personagens que fazem você se apegar a eles de forma a ficar totalmente engajado na narrativa? Então… É isso.

1 – O Rei Demônio

O Rei Demônio os sete reinos ordem

O Rei Demônio, o primeiro volume na ordem da série de livros Os Sete Reinos, introduz uma ficção fantástica, romântica e medieval de muitíssima qualidade. A autora, Cinda Williams, com uma narrativa em terceira pessoa, e uma descrição ambiental e pessoal, consegue transmitir ao leitor, de forma leve e bonita, suas ideias impressas no romance.

Neste livro, acompanhamos dois protagonistas: Han Alister e Raisa ana’Marianna, dois jovens cujas realidades são praticamente opostas.

Han é um garoto pobre, com uma vida muito difícil, pois o sustento da sua família cai sobre suas costas e, mesmo sendo jovem, não poupa esforços para garantir a sobrevivência da sua mãe e da sua irmã.

Seus bens mais valiosos, ironicamente, são impossíveis de vender. Ele tem em torno dos braços dois braceletes de prata desde quando era uma criança; os artefatos têm gravuras de símbolos antigos estranhos, e a procedência dos objetos, até o momento, ainda é um grande mistério para ele. No entanto, não há dúvida sobre o caráter mágico dos seus acessórios, pois é só se atentar para o fato de que os braceletes (de prata) tiveram que se expandir ao passo que o protagonista crescia.

Então, sem me preocupar com a contextualização, algo importante a se dizer é que em algum momento da trama, Han obtém um outro artefato mágico e misterioso, um amuleto que foi pertencente a um mago poderoso que quase destruiu o reino, O Rei Demônio.

Do outro lado da narrativa, observamos os conflitos da Raisa, a outra protagonista, que é uma princesa, herdeira do Reino de Fells. Apesar de ter desejo de governar, ela não se encanta nem um pouco por ser uma daquelas princesinhas perfeitas que mais parecem enfeites. 

Raisa tem aspirações nobres de ser uma princesa justa e honesta, e sua maior inspiração é a Hanalea, a princesa guerreira que derrotou o Rei Demônio.

A pequena moça vive um momento delicado de sua vida, pois o seu aniversário de 16 anos está próximo e ela precisará se casar em breve. Contudo, ela parece não estar disposta a trocar sua liberdade por um casamento tão cedo, pois ela, menina forte e aventureira, tem desejo de conhecer mais do mundo fora do palácio.

Assim, a espera ansiosa pelo encontro das vidas dos dois protagonistas promete tomar o leitor de forma a não permiti-lo fechar o livro tão cedo.

2 – A Rainha Exilada

A Rainha Exilada os sete reinos

Este é o segundo volume na ordem da série de livros de Os Sete Reinos, no qual a autora dá uma continuação digna à história dos dois protagonistas do primeiro livro: o Han e a Raisa.

Algo interessante a se ressaltar a respeito de A Rainha Exilada é que é um material bem mais denso que o primeiro, portanto, contém ainda mais detalhamento, e algumas coisas que talvez os leitores tenham sentido falta na primeira trama, nesta segunda temos em abundância, tal como um maior foco e detalhamento sobre a magia e sobre os artefatos mágicos citados em O Rei Demônio.

Então, mesmo que ainda estejam separados, os protagonistas têm um problemão em comum, os Bayar, uma família de magos muito poderosa, que está na cola deles por motivos diferentes, ainda que interligados.

O amuleto misterioso que citei na resenha do primeiro livro, foi tirado dos Bayar pelo Han, e é certo que aquele artefato tem muita importância para eles. Enquanto isso, Raisa não dá tantos motivos para chamar a atenção dos vilões, exceto o fato de que ela é a PRINCESA e herdeira do reino que os Bayar cobiçam.

Ainda dentro de todo contexto da problemática com os Bayar, Raisa precisou fugir e assumir outra identidade para se proteger. Então, a princesa vai em busca de conhecimento sobre seu reino e sobre seu povo, além de ir atrás de conhecimentos característicos de comando e de guerra, para se tornar uma grande líder e proteger seu povo. Assim, o melhor lugar para ela será a Academia Wien, a academia militar de Vau de Oden.

Do outro lado do protagonismo, acompanhamos o Han, que tem como destino a Academia Mystwerk em Vau de Oden, onde ele vai estudar e se aprimorar para se tornar um poderoso mago. Nessa academia, ele conhecerá o Corvo, um mago poderoso que aceitará ser seu tutor, mas não apenas por boa vontade, e sim por interesse em algo.

E, como se já não bastasse, Han deverá estar de olhos bem abertos, pois, também na academia, ameaças estão presentes.

Ainda neste segundo volume da série de Os Sete Reinos, quando os caminhos dos dois se cruzam novamente, o romance tão esperado pelos leitores começa a acontecer, e a trama fica muito mais gostosa. Até que enfim!

3 – O Trono Lobo Gris

O Trono Lobo Gris

No terceiro volume na ordem dos livros da saga Os Sete Reinos, mais uma vez, Cinda Williams acerta em cheio.

A narrativa de O Trono Lobo Gris segue os passos do segundo livro, pois, com uma escrita densamente descritiva e detalhada, a autora municia a mente dos leitores a ponto de conseguirem montar lindos cenários e sentirem intensas emoções, enquanto deslizam pelas linhas dos textos.

Com vários acontecimentos e reviravoltas, a trama surpreende cada vez mais, aguçando a curiosidade e provocando os anseios por um novo volume que ligue todos os pontos e satisfaça os fãs da saga.

Você se lembra que eu disse que a Raisa assumiu uma outra identidade no volume anterior, certo? Então, o Han a conhecia como Rebecca e não sabia seu verdadeiro nome, nem tampouco, que ela é a princesa herdeira de Fells. Após Han ter salvado a “Rebecca” nas Montanhas Espirituais, ele descobre a verdade sobre quem era de verdade a moça que ama.

Han se sentiu chateado e traído, e tivemos um daqueles conflitos clichês (num bom sentido) de romance que dão nos nervos. Até porque, o protagonista tem um sério rancor pela família real. Por quê? Não quero dar esse spoiler. Foi mal!

Agora, no terceiro volume da série Os Sete Reinos, Raisa terá de voltar à sua casa, na cova dos leões, e reivindicar seu posto. É de certo que não será fácil encarar o Mestre Bayar, porém, surpreendentemente, ela poderá contar com uma ajuda que não imaginava.

É incrível olhar para todo o progresso até aqui e ver o quanto os personagens amadureceram, e quão fortes eles se tornaram. O Han agora é um mago muito poderoso, enquanto Raisa é uma princesa guerreira exemplar, que, aliás, é lindo ver o quanto ela se esforça para se tornar a melhor líder possível para o seu povo.

É inegável que personagens carismáticos compõem grande parte do que dá sucesso a uma obra.

Deixa eu te fazer uma recomendação: se você gosta de ficções desse tipo eu suponho que também possa gostar de As Crônicas de Gelo e Fogo. Quando tiver espaço na sua agenda de leitura, dê uma olhada.

4 – A Coroa Escarlate

A Coroa Escarlate

Este é o quarto e último volume na ordem dos livros de Os Sete Reinos. 

O Reino de Fells vive seus piores dias, e Raisa, sobre o poder, está sendo afogada por impasses. Em meio a uma tensão absurda entre os magos e os clãs, o reino está aos cacos, enquanto a princesa precisa tomar decisões difíceis e importantes. A principal decisão é sobre com quem irá se casar.

Assim, uma decisão que deveria ser tomada por amor, terá de ser simplesmente estratégica, pois Fells, em ruínas, é visto como um alvo fácil pelos reinos vizinhos, elevando ao máximo o sentimento de preocupação. E, infelizmente, o mago Han, a quem ela concedeu o cargo de conselheiro, e quem é o dono do seu coração, não é uma opção.

Em meio a tanta guerra política e crise sentimental por parte dos protagonistas, coisas estranhas começam a acontecer no reino, e o principal suspeito é o Han, o que abala ainda mais o coração de Raisa.

A princesa, neste quarto volume, ainda que tenha muito destaque, seu papel quase que se resume a esquivar do fogo cruzado no palácio, enquanto espera que apareça uma solução melhor para todas as questões.

Porém, nosso querido mestre mago vai em busca de uma verdade milenar encoberta, que envolve dois jovens amantes: o Alger Waterlow e a Hanalea, princesa guerreira já citada neste artigo.

Este segredo pode ser forte o suficiente para unir o povo de Fells e fortalecer o reino e, então, virar o jogo.

Além das problemáticas principais, o último livro é de muitas revelações sobre algumas questões secundárias da história. Cinda, de maneira muito jeitosa, até o desfecho completo, consegue encerrar muitas questões satisfatoriamente.

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