mulheres que correm com os lobos

Mulheres Que Correm com os Lobos: Um Livro Transformador [Resenha]

Mulheres Que Correm Com os Lobos é um livro escrito pela psicanalista e escritora americana Clarissa Pinkola Estés. Publicado pela primeira vez em 1992, é considerado um clássico da literatura feminista e de autoajuda. Neste texto, vamos fazer uma resenha de Mulheres Que Correm Com os Lobos para melhor compreensão da obra. 

O livro é uma análise psicanalítica de contos populares e folclóricos de todo o mundo, em que Estés explora a relação entre mulheres e a sua natureza selvagem. A autora usa o mito do lobo como um símbolo de força e intuição feminina, que muitas vezes é reprimida pela sociedade.

Através da análise dos contos, Estés explora temas como o despertar da sexualidade feminina, a maternidade, a relação entre mães e filhas, a liberdade pessoal e a importância de se reconectar com a natureza e a sabedoria ancestral.

O livro tornou-se um sucesso instantâneo e inspirou muitas mulheres a explorarem sua própria natureza selvagem e a abraçarem sua verdadeira essência. Desde então, Mulheres que Correm com os Lobos tornou-se um clássico moderno da literatura feminista e um guia para muitas mulheres que buscam se reconectar com sua verdadeira natureza. A obra também passou por uma espécie de ressurgimento recentemente, indo parar nas listas de mais vendidos do Brasil e lá permanecendo por vários anos. 

Mulheres que Correm com os Lobos aborda diversos temas relacionados à vida das mulheres, suas emoções, desejos e anseios. Ao longo de suas páginas, Estés apresenta uma ampla gama de histórias, mitos e metáforas para ilustrar seus pontos e fornecer inspiração às mulheres que desejam se reconectar com sua natureza selvagem e se tornar mais autênticas.

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A Natureza Selvagem Feminina

Começamos a nossa resenha de Mulheres Que Correm Com os Lobos com a ideia da natureza selvagem feminina sendo central no livro. A autora, Clarissa Pinkola Estés, argumenta que todas as mulheres possuem uma natureza instintiva e selvagem que muitas vezes é reprimida pela sociedade. Essa natureza é vista como um aspecto positivo e poderoso, que pode ajudar as mulheres a se conectarem com sua intuição, criatividade e força interior.

Estés usa o mito do lobo como um símbolo dessa natureza selvagem, visto que esses animais são vistos como criaturas livres e instintivas. A autora argumenta que as mulheres precisam se reconectar com essa natureza para se tornarem mais autênticas e realizadas em suas vidas.

Dessa forma, a natureza selvagem feminina seria caracterizada por alguns traços específicos, como a capacidade de amar profundamente, a intuição aguçada, a conexão com a natureza e a habilidade de criar e nutrir a vida. Esses traços são vistos como positivos e desejáveis, mas muitas vezes são reprimidos pela sociedade e pela cultura.

Ao se reconectar com sua natureza selvagem, as mulheres podem encontrar uma fonte de poder interior que lhes permitirá viver com mais autenticidade e propósito. Isso envolve aprender a escutar sua intuição, honrar seus desejos e emoções e encontrar um equilíbrio entre o mundo interno e externo.

A Relação Entre Mães e Filhas

Estés acredita que a relação entre mães e filhas é muito importante na vida das mulheres, pois é através dela que muitas meninas aprendem a se relacionar com o mundo e a desenvolver sua própria identidade feminina. A autora argumenta que a qualidade dessa relação pode ser influenciada por fatores como a personalidade da mãe, a história de vida dela e a cultura em que vivem.

A autora também explora os desafios enfrentados por algumas mães e filhas na construção de uma relação saudável e harmoniosa. Ela aborda questões como ciúme, rivalidade e repressão emocional, e oferece conselhos sobre como superar esses obstáculos e fortalecer o vínculo entre mãe e filha.

O Despertar da Sexualidade Feminina

Segundo a autora Clarissa Pinkola Estés, muitas mulheres são reprimidas em relação à sua sexualidade pela cultura dominante, que tende a impor padrões e expectativas irreais sobre o que é apropriado ou não em relação à sexualidade feminina.

A autora argumenta que, ao se reconectar com sua natureza selvagem e instintiva, as mulheres podem liberar sua sexualidade de amarras culturais e sociais, descobrindo assim uma nova fonte de poder e realização pessoal.

Estés também discute a importância de a mulher compreender sua própria sexualidade e seus desejos, explorando livremente suas fantasias e experimentando novas formas de expressão sexual. A autora ressalta que a sexualidade não é apenas uma questão de prazer físico, mas também uma forma de conexão emocional e espiritual com o outro e consigo mesma.

Ao abordar o tema do despertar da sexualidade feminina, Estés destaca a importância de a mulher assumir o controle de sua própria sexualidade, sem se preocupar com os julgamentos ou expectativas dos outros. Ao fazer isso, ela pode se tornar mais confiante, autêntica e realizada em todas as áreas de sua vida.

A Maternidade

A maternidade é outro tema importante. No livro, são exploradas várias facetas da maternidade, desde o instinto materno até a ligação emocional com os filhos e a influência da mãe na formação da identidade das crianças.

A autora argumenta que a maternidade é uma das experiências mais profundas e transformadoras que uma mulher pode ter, mas que também pode ser difícil e desafiadora. Ela fala sobre a importância de a mulher se conectar com sua própria natureza instintiva e selvagem para se tornar uma mãe mais completa e intuitiva.

Estés também discute a importância da mãe como figura de identificação para os filhos, enfatizando a importância de a mulher cultivar sua própria autoestima e autoconhecimento para transmitir aos filhos uma imagem positiva de si mesma e da vida.

A Importância da Arte e da Criatividade

A autora argumenta que muitas mulheres são desencorajadas a explorar sua criatividade e expressão artística por causa de expectativas culturais limitantes e padrões de comportamento impostos pela sociedade. No entanto, ela acredita que ao se reconectar com sua natureza selvagem e instintiva, as mulheres podem encontrar uma fonte inesgotável de criatividade e poder interior.

Estés apresenta diversos exemplos de mulheres que encontraram na arte uma forma de expressar suas emoções, descobrir novos talentos e encontrar seu verdadeiro propósito na vida. Ela destaca a importância de as mulheres explorarem sua criatividade em todas as áreas da vida, incluindo artes visuais, literatura, música, dança e outras formas de expressão.

A autora também ressalta que a criatividade é uma forma de conexão com a natureza e com as tradições ancestrais, permitindo que as mulheres se sintam mais conectadas com o mundo ao seu redor e com as outras pessoas.

Ao explorar a importância da arte e da criatividade, Estés encoraja as mulheres a descobrirem suas paixões e talentos e a expressá-los livremente, sem medo de julgamentos ou repreensões. Ela acredita que a arte pode ser uma poderosa ferramenta de cura e transformação, ajudando as mulheres a superarem traumas, medos e bloqueios emocionais, e se tornarem mais autênticas e realizadas em todas as áreas da vida.

A Sabedoria Ancestral

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A sabedoria ancestral é outro tema central do livro “Mulheres que Correm com os Lobos”. Para Clarissa Pinkola Estés, muitas mulheres perderam contato com suas raízes culturais e ancestrais, e isso pode resultar em uma sensação de desorientação e falta de propósito na vida. No entanto, ao se reconectar com suas tradições e suas raízes, as mulheres podem descobrir uma riqueza de sabedoria e conhecimento que pode ajudá-las a superar desafios e encontrar seu verdadeiro caminho na vida.

Estés destaca a importância de as mulheres ouvirem suas histórias familiares e suas tradições culturais, aprendendo com as lições e experiências de suas ancestrais. Ela encoraja as mulheres a explorarem seus rituais ancestrais, incluindo a religião, a música, a dança, a culinária e outras práticas culturais, e a incorporá-las em suas vidas de maneira significativa.

Ao abordar a sabedoria ancestral, Estés também destaca a importância de as mulheres honrarem e valorizarem suas próprias experiências e conhecimentos, sem se preocupar com a validação externa ou com os julgamentos da sociedade. Ela acredita que, ao fazer isso, as mulheres podem se tornar mais confiantes e realizadas, encontrando um senso de propósito e significado em suas vidas.

Conclusão da Resenha de Mulheres Que Correm Com os Lobos

Concluímos nossa resenha de Mulheres Que Correm Com os Lobos ressaltando que esta é uma obra profundamente inspiradora que oferece às mulheres um caminho para a auto-descoberta, a cura e a realização pessoal. 

A obra destaca a importância de as mulheres se reconectarem com sua natureza selvagem, honrando suas emoções e intuições, e explorando suas paixões e talentos criativos. A autora enfatiza que, ao fazer isso, as mulheres podem encontrar uma fonte inesgotável de poder interior e de orientação para a vida.

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